Vem aí “Homens de Preto 3″?

Apesar da incerteza da presença da dupla Smith/Jones no elenco principal do filme, a Sony quer realizar o terceiro filme.

men-in-blackA Sony está tentando se manter no topo do mercado. Ou pelo menos buscando isso com resgate dos sucessos de bilheteria. Afinal, uma franquia de sucesso nunca é o suficiente. Agora, o blog Risky Biz, do site The Hollywood Reporter anunciou que “Homens de Preto 3” está quase confirmado. A distribuidora responsável pela franquia contratou Etan Cohen (“Trovão Tropical”) para escrever o terceiro episódio da franquia.

A imprensa ainda se mantém relutante quanto a decisão final do projeto, até porque ter um roteirista contratado não significa que o filme será feito. O primeiro roteiro deve ser preparado, passar por tratamento e pela análise do orçamento, ainda mais contando com a presença de Will Smith e Tommy Lee Jones no filme, o que elevaria o valor do orçamento. Mas isso não é problema, afinal a franquia já gerou quase US$ 1 bilhão (o primeiro filme gerou mundialmente US$ 589.390.539; e o segundo filme, US$ 441.818.803).

Fontes de dentro da Sony já confirmaram que a intenção do produtor é que assim que seja possível em 2010, provavelmente na primavera, a partir de março, comecem a produção e gravações do filme para lançamento em 2011.

Quanto ao elenco, nem Smith nem Jones confirmaram presença. Vale ressaltar que atualmente Smith está finalizando todos seus projetos e não há nenhum outro compromisso para o começo de 2010, o que facilitaria seu retorno (claro, dependendo do cachê). Já Barry Sonnenfeld, diretor dos dois primeiros filmes, estaria confirmado para retornar no terceiro episódio da franquia. Agora se o orçamento do segundo filme foi US$140 milhões, imagine quanto sairia este!

 
 

“This Is It” arrecada mais de US$ 100 milhões no mundo

Nos cinco primeiros dias de estreia do documentário, a arrecadação ultrapassou os gastos da produção de US$ 60 milhões.

Parece que a desculpa de que o filme ficaria em cartaz apenas duas semanas deu certo. A estreia mundial no dia 28 de outubro aproveitava dois dias a mais para a somatória final na bilheteria do fim de semana, prolongando assim o faturamento. E assim o foi. O documentário de despedida do cantor Michael Jackson “This Is It” arrecadou no mundo todo cerca de US$ 101 milhões, segundo o site Box Mojo.

Nos Estados Unidos, a estreia foi menor do que esperavam os produtores. A arrecadação de US$ 21,3 milhões é equiparável com filmes com atores de grande nome, em época de baixa estação (fora do período do verão norte-americano). Os produtores do filme jogaram a culpa no dia das bruxas, que caiu no sábado, o que fez muita gente preferir as tradicionais festividades da data do que ir ao cinema.

Depois de passado o frisson, os produtores já tranquilizaram os fãs: o filme passará mais tempo em cartaz do que as duas semanas prometidas no marketing do filme. Aliás, ação apedrejada pelos críticos de cinema, que reforçaram a opinião de “tudo não passava de um jogo de marketing”. Mas vale ressaltar que esse controle do tempo em cartaz equivale para solo norte-americano, podendo realmente se limitar as duas semanas nos cinemas de outros países.

Com a decisão de passar o filme mais tempo nos cinemas, os produtores confirmaram que irão adiar o lançamento do DVD do documentário. Antes previsto para lançarem ainda este ano, a tempo de aproveitar as festas de fim de ano, “This Is It” só deverá chegar às prateleiras das lojas no começo de 2010, sem data definida.

Em entrevista à Folha de São Paulo, o diretor do documentário Kenny Ortega (“High School Musical”) confirmou que o DVD terá muito mais cenas do que o exibido no cinema. “Serão pelo menos de duas a três horas a mais de material exclusivo. Haverá cenas extras dos ensaios, além das versões completas dos clipes que criamos para ‘Thriller’ e ‘Smooth Criminal’”, disse.

O diretor também falou ao jornal sobre os boatos de que ele teria cortado do longa cenas que revelassem a condição de saúde do cantor. “O filme é a história do show. Só incluí cenas que fizessem sentido nesse contexto. Não faria sentido colocar trechos em que Michael Jackson erra a letra ou que não dança tão bem. Isso acontece em qualquer ensaio, mas no filme poderia dar uma impressão errada“, finalizou.

Michael Jackson durante o ensaio do show This Is It

 
 

Ridley Scott fala sobre novo “Alien”

Foi durante um evento em Hollywood que o site Empire teve a oportunidade de estar próximo a Ridley Scott (“Gladiador”) e levantar a questão sobre o futuro da franquia de “Alien”, ao qual o diretor está envolvido. “Nunca pensei que estaria empolgado por uma continuação. Mas uma história que antecede o primeiro filme, é interessante. Estou adorando ter que fazê-lo”, disse o diretor.

No começo do ano, apareceram boatos de que o primeiro filme da franquia, lançado em 1979, ganharia um remake. No entanto, em junho, surgiu a possibilidade de produzir mais uma sequência de “Alien”, que se passaria antes do primeiro filme, conhecido nos Estados Unidos como prequel.

Atualmente, Scott está envolvido diretamente com o projeto, ainda em fase de roteirização. Durante a conversa com o site Empire, ele disse que “o prequel vai acontecer. É difícil definir um ano em que a história se passará, mas, por exemplo, se ‘Aliens’ se passava no fim deste século, então a história do novo filme deve se passar 30 anos antes”.

A produção é da 20th Century Fox. Em relação ao elenco e trama, nada foi divulgado. Tempos atrás, Sigourney Weaver (“A Vila”), consagrada no papel de Tenente Ripley, disse estar interessada em retornar a franquia e não escondeu o entusiasmo em afirmar que “Alien” foi o principal responsável pelo sucesso na carreira. A série conta com três sequências: “Aliens: O Resgate” (1986), “Alien 3” (1991) e “Alien: A Ressurreição” (1997).

Alien

 
 

Astros de “Lua Nova” divulgam o filme em São Paulo

Kristen Stewart e Taylor Lautner concederam entrevista à imprensa em São Paulo. Eles falaram sobre as mudanças na saga e nos personagens.

Lua Nova

Há algum tempo a saga “Crepúsculo” assumiu o lugar que pertencia a “Harry Potter” e Zac Efron (“High School Musical”) no coração de fãs adolescentes. A geração, de fato, é diferente, mas o poder que a história romântica sobrenatural tem sobre meninas entre 10 e 16 anos é incrível.

Em São Paulo, as fãs puderam mostrar aos atores Kristen Stewart e Taylor Lautner que não deixam nada a dever aos fãs do resto do mundo. “Eles são muito carinhosos. Mais do que apenas apaixonados”, explicou a atriz.

Alguns fãs chegaram a dormir na porta do hotel Hyatt para conseguir ver os astros. Segundo seguranças do hotel, entretanto, nem Kristen nem Taylor planejavam aparecer para a multidão que se aglomerava na manhã deste sábado, 31, na porta do hotel. “No aeroporto já teve confusão e puxaram o cabelo da atriz”, contou um dos seguranças.

Kristen e Taylor são os astros do segundo filme da série, “Lua Nova”, que estreia no próximo dia 20 aqui no Brasil. No filme, Edward, o vampiro galante interpretado por Robert Pattinson, decide que o relacionamento que tem com Bella (Kristen Stewart) é perigoso demais. Chocada com o término do namoro, Bella passa seus dias procurando por perigo ao lado de Jacob Black (Taylor Lautner). Da amizade, brota o amor, mas Bella não é capaz de esquecer Edward, sempre presente a cada loucura que a coloca em risco.

Raquel, de 14 anos, chegou ao hotel por volta das 9h. Mesmo dizendo ser do “time Edward”, ou seja, torcer para que Bella fique com Edward, foi para ver o ator que interpreta Jacob que a garota esperou por toda a manhã. “Ele é muito lindo”, declarou. Andressa Pacheco, de 15 anos, prefere Jacob. Ela também acampou em frente ao hotel e gritava a cada possibilidade de ver os astros. Em meio a maioria feminina, Luiz Fernando, de 16 anos, se destacava. Leitor dos livros, Luiz esperava ver Kristen. Segundo ele, é a ficção presente em toda a série o mais interessante. “Gosto desse tema”, contou.

O que os críticos dizem, entretanto, é que “Crepúsculo” destruiu a mitologia dos vampiros construída por Bram Stoker e consolidada por Anne Rice. Nos livros, Edward não queima sob a luz do sol, mas brilha como se seu corpo fosse feito de diamantes.

Outro ponto controverso da saga de Stephenie Meyer são os lobisomens. Na série, Jacob e sua tribo se transformam em lobo para garantir a ausência de vampiros no território de seus ancestrais. Diferentemente do que todos conhecem, entretanto, os lobisomens de Meyer não se transformam na lua cheia, mas quando sentem raiva.

O personagem mitológico, que já foi retratado em diversos outros filmes e ganhou versões realistas e engraçadas, ganha, nesse filme, os olhos de Taylor Lautner. ”Usaram os olhos dele para dar expressão aos lobos, ao invés de usar tudo em CGI”, explicou Kristen. “É um personagem incrível. Duvido que tenha a oportunidade de fazer um lobisomem novamente, então estou aproveitando ao máximo”, contou Taylor. O ator disse também que fez as acrobacias sem a ajuda de dublês.

Quando terminou de filmar “Crepúsculo”, Taylor começou a fazer exercícios e entrou para uma dieta feita de basicamente proteínas para ganhar massa muscular. Com apenas 17 anos, o ator não tinha certeza de que seria chamado para continuar no papel de Jacob, um rapaz cheio de músculos. “Não havia dúvidas de que o papel era dele. Mas na época nem mesmo tínhamos certeza de quem dirigiria o projeto”, contou Kristen.

A saga, que começou nas mãos de Catherine Hardwicke (“Aos 13”), passou para Chris Weitz (“A Bússola de Ouro”). Além da mudança de diretor, o longa-metragem também mudou de tom. “O filme anterior tem um tom mais independente, até porque a Catherine vinha desse ambiente. ‘Crepúsculo’ é um conto de fadas. Em ‘Lua Nova’ abandonamos a fantasia e mostramos que os vampiros, esses seres mágicos, também erram”, disse a atriz.

O novo diretor, com experiência em adaptação de livros ao cinema (ele também dirigiu “Um Grande Garoto”), foi possível ousar. “Com ele, tivemos liberdade para experimentar com o papel, o que foi ótimo. O livro descreve muito bem o que Bella está sentindo, e tentamos ser fieis ao livro, mas mesmo assim foi possível arriscar com os personagens”, disse Kristen.

Bella também sofre uma mudança no segundo capítulo da série. “Antes ela era muito confiante de tudo. Quando o Edward vai embora, no começo de ‘Lua Nova’, ela perde isso. Começa a duvidar até se 2 + 2 =4”, explicou. Para interpretar a novidade, Kristen conta que não foi difícil. “Foi uma mudança natural. A personagem passa por isso”, contou a atriz.

O que Bella sente ao ver Edward ir embora, no entanto, não foi algo com o qual Kristen se identificou. “Não consigo comparar a minha vida à dela. Criaram algo maior do que qualquer outra pessoa pode sentir.”

E com quem a personagem deveria ficar no final? “O Jacob é perfeito pra ela. É com ele que ela pode viver sem pensar. Mas o Edward está lá. Ele é o destino dela. E as meninas nem sempre fazem as melhores escolhas”, conclui Kristen.

 
 

Besouro

Em “Besouro”, o diretor João Daniel Tikhomiroff dá preferência à técnica do que ao conteúdo. Cheio de lutas empolgantes e uma belíssima fotografia, o filme, no entanto, tem uma trama esquecível.

Besouro- Que tal um filme de ação brasileiro? – Brasileiro? Essa costuma ser a reação da maioria do público quando convidada para uma película desse gênero. Para quem não consegue lembrar de nenhuma obra brasileira de ação, é preciso que se apresente “Besouro”, filme baseado na história de um capoeirista negro que viveu em uma época de extrema exploração de pessoas da sua raça. Mas em vez de contar uma trama de opressão e sofrimento, o diretor João Daniel Tikhomiroff adiciona altas doses de lutas estilizadas e crenças mitológicas, gerando um filme bonito para os olhos como nenhum outro já feito por aqui. Entretanto, o cineasta, que já ganhou inúmeros prêmios em Cannes como publicitário, esquece que não basta apenas uma embalagem atraente, tem que ter conteúdo. E isso faz muita falta em “Besouro”. 

A história da película se passa em plenos anos 1920, no Recôncavo Baiano, época e região marcadas por diferenças raciais. Aos brancos fazendeiros e donos de engenho sobravam dinheiro e terras, além de muitas palavras de ordem. Aos negros, a única opção era trabalhar nos engenhos ou, no caso das mulheres, nas casas dos patrões. Como alternativa para entretenimento, eles jogavam capoeira, dança que, devido a sua semelhança com uma luta, não era de agrado dos fazendeiros que fosse praticada por muitas pessoas. O mestre da dança na área era Mestre Alípio (Macalé), que ensinou os segredos da capoeira aos amigos Quero-Quero (Anderson Santos) e Besouro (Ailton Carmo). Ameaçado de morte pelos poderosos, Alípio é protegido pelo mais talentoso dos dois, Besouro, cuja única falha do garoto leva ao assassinato de seu mestre. 

Besouro passa então a ser o nome caçado pela região. Influenciado pelo orixá Exu (Sergio Laurentini), ele é instigado a refletir sobre a importância de seus atos, adquirindo diversos poderes, além de um posicionamento de liderança entre os negros. Diversas sabotagens contra os engenhos e canaviais são idealizadas pelo ascendente guerreiro, que passa a ser incessantemente perseguido pelos capangas do Coronel Venâncio (Flávio Rocha). Besouro também se envolve num romance com a jovem Dinorá (Jéssica Barbosa), então namorada de Quero-Quero, ocasionado um conflito passional entre a própria raça. Também guiado pelo espírito de Mestre Alípio, o rapaz deverá descobrir os mistérios para se tornar o herói da região, desafiando o domínio dos brancos. 

Adaptação do livro “Feijoada no Paraíso”, de Marco Carvalho, “Besouro” sai do lugar comum ao se utilizar de uma temática social para criar uma trama de ação. Mas aqui não temos lutas de simples socos e chutes. Estamos diante de um filme que tem como principal marca os seus embates idealizados. Para isso, foi contratado ninguém menos que Huen Chu Ku, coreógrafo de “O Tigre e o Dragão” e “Kill Bill”. Por isso não se impressione se vir alguns personagens voando sobre as águas, pulando entre as árvores e dando golpes monumentais. No entanto, tudo faz parte do universo mitológico no qual o longa está inserido. Diversas entidades da crença afro-brasileira constituem a trama do filme, possibilitando que o sobrenatural aconteça, mas que, mesmo assim, pareça estranho aos olhos de vários, principalmente os brancos. 

Complementando o alto padrão de qualidade técnico da produção, deve-se destacar ainda o competente som de Rica Amabis e a incrível fotografia de Christian Cravo, que transformam Iguatu (BA), onde as gravações foram feitas, em um local de beleza estonteante, com as suas enormes pedras, sol ininterrupto e riachos cristalinos. À direção de Tikhomiroff, inúmeros elogios também têm de ser feitos. A capacidade do cineasta, em seu primeiro longa-metragem, de realizar uma produção que preza pela estética jamais deve ser questionada. As lutas são bem comandadas e tem ritmo de sobra e a utilização de ângulos de câmera ousados impressionam. Mas para se fazer um filme de qualidade é preciso bem mais. 

É preciso, principalmente, que o longa conte com um bom roteiro, o que não acontece aqui. Assinado pelo próprio Tikhomiroff em parceria com Patrícia Andrade, o argumento é incapaz de contar uma história interessante. O desenvolvimento do personagem principal em direção a se tornar o herói da região é raso e confuso. Mesmo com uma narração em off (às vezes explicativa demais), a fita deixa aqueles que desconhecem as crenças abordadas um pouco perdidos. O contexto histórico também decepciona. O filme parece ter medo de chocar, principalmente ao apenas insinuar e posteriormente ignorar a exploração sexual ao qual as mulheres eram submetidas. Além disso, a importância da capoeira, que deveria ser o foco da película, não é tratada adequadamente.

No entanto, é o triângulo amoroso entre Dinorá, Quero-Quero e Besouro o grande erro do filme. Em meio a uma luta épica por sobrevivência, o roteiro insere a temática de maneira brusca e desnecessária, demonstrando a inocência dos dois escritores ao desenvolverem uma trama histórica. Baseada em desejo e nunca em paixão, o relacionamento entre eles é dos mais infantis, mas felizmente ainda conta com atuações convincentes, em especial de Jéssica Barbosa. O elenco, aliás, até que está bem para uma produção composta por atores desconhecidos. Não há destaques, mas todos fazem o seu trabalho com qualidade. Apenas o protagonista, Ailton Carmo, poderia ter um pouco mais de carisma.

Misturando mitologia com ação, mas esquecendo de todo o resto essencial, “Besouro” é um verdadeiro desperdício de R$ 10 milhões. Entre os diversos patrocinadores do filme (e eles são vários) alguém poderia ter exigido que, além de um coreógrafo renomado e um competente diretor de fotografia, fossem contratados um diretor e escritores que saibam que a arte cinematográfica é muito mais profunda do que uma publicidade de poucos minutos e que entendam que a estética é apenas a cereja do bolo de um filme.

 
 

Charlize Theron em “Mad Max 4″

Atriz assina contrato com o projeto. Tom Hardy deve ser o protagonista.

Após rumores sobre a possível participação de Charlize Theron (”Doce Novembro“) no quarto filme da franquia “Mad Max“, a revista Variety confirma que a atriz assinou contrato com a produção e é a mais nova integrante do elenco do longa.

Para estrelar o filme, o escolhido deve ser o ator britânico Tom Hardy (”RocknRolla“). Os três primeiros longas da franquia, lançados em 1979, 1981 e 1985,  foram estrelados por ninguém menos que Mel Gibson (”Máquina Mortífera“). As filmagens do novo projeto, intitulado “Mad Max: Fury Road“, devem começar em 2010 e terão Sidney e New South Wales, na Austrália, como cenário.

Segundo informações de um jornal de South Wales, “Mad Max irá colocar a cidade de volta ao mapa das locações de filmes. O filme é icônico. E nas mãos de Geroge Miller, veremos um dos maiores e mais ambiciosos live action já feitos na Austrália. E a escolha prova que o continente é um peso-pesado entre as locações para grandes produções cinematográficas”, contou o porta-voz do governo australiano.

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